Rumo à incerteza
A vida é uma constante mudança, por isso é incerto saber os rumos em que a humanidade vai tomar. O que (se) sabe (através do que a História nos conta, ou ao menos a qual nos chegou) é que quando os índios pensavam que iam ter uma vida pacata, chegam os portugueses para mudar o rumo daquele povo.
Os índios foram escravizados, depois os negros africanos, até os dias de hoje com esse(s) fato (s)histórico(s) marcante(s). Após tantos outros fatos, chega a Revolução Industrial que muda drasticamente a vida das pessoas, fazendo com que as que tivessem no campo fossem parar na cidade, onde [consequentemente] ocorreu um grande crescimento populacional urbano( aqui é pleonasmo, já que são as cidades - as urbes - que cresceram).
Nos dias de hoje a maior preocupação é, talvez, em relação a questão ambiental, (pois) onde esta previsto para [que em- retire isto!] um curto espaço de tempo acabará o petróleo a água, que as geleiras derretam com o aquecimento global, entre tantos outros fatores (ficaria melhor, segundo previsões acabará o petróleo em um curto espaço e tempo - mais ao menos 40 anos -, além das situações alarmantes da água potável e do derretimento das calotas polares causado pelo aquecimento global, sem mencionarmos outros fatores ambientais também preocupantes).
Por causa da industrialização e globalização um dos maiores responsáveis pela emissão de dióxido de carbono (Co2) na natureza, os Estados Unidos, não assinou o protocolo de Kyoto que prevê a diminuição da emissão dessa substância que causa efeito estufa.
Com tantos acontecimentos é realmente incerto saber o que está por vir, o que se pode saber é que por mais que se queira escrever a própria história da vida ( e do real), o final sempre ficará aberto com os três pontinhos, ou melhor, as reticências no final.
Os índios foram escravizados, depois os negros africanos, até os dias de hoje com esse(s) fato (s)histórico(s) marcante(s). Após tantos outros fatos, chega a Revolução Industrial que muda drasticamente a vida das pessoas, fazendo com que as que tivessem no campo fossem parar na cidade, onde [consequentemente] ocorreu um grande crescimento populacional urbano( aqui é pleonasmo, já que são as cidades - as urbes - que cresceram).
Nos dias de hoje a maior preocupação é, talvez, em relação a questão ambiental, (pois) onde esta previsto para [que em- retire isto!] um curto espaço de tempo acabará o petróleo a água, que as geleiras derretam com o aquecimento global, entre tantos outros fatores (ficaria melhor, segundo previsões acabará o petróleo em um curto espaço e tempo - mais ao menos 40 anos -, além das situações alarmantes da água potável e do derretimento das calotas polares causado pelo aquecimento global, sem mencionarmos outros fatores ambientais também preocupantes).
Por causa da industrialização e globalização um dos maiores responsáveis pela emissão de dióxido de carbono (Co2) na natureza, os Estados Unidos, não assinou o protocolo de Kyoto que prevê a diminuição da emissão dessa substância que causa efeito estufa.
Com tantos acontecimentos é realmente incerto saber o que está por vir, o que se pode saber é que por mais que se queira escrever a própria história da vida ( e do real), o final sempre ficará aberto com os três pontinhos, ou melhor, as reticências no final.
Brunella Della Maggiore Orlandi
Comentários do Ziggy:
O texto da Brunella é simples e diz o que nos interessa. Demonstra uma autora com o senso crítico em crescimento, utilizando-se da própria leitura de mundo para manipular as informações históricas. O que isso ajuda? Buscar compreender a História ajuda a melhorar a visão da atualidade, dá-se um respeito às herenças de passado e de futuro. Já que a história ainda está sendo contada. O texto é claro, com argumentos separados em cada parágrafo ( texto bem estruturado), porém há falhas no modo de dizer, as quais precisam de maior prática textual e gana de aprendizagem. Como o texto mesmo diz: "por mais que se queira escrever (...) o final ficará sempre aberto com os três pontinhos", já que a luta branca que o escritor tem com o papel é sempre uma atividade do devir. Humanamente a escrita está sempre aberta à melhoramentos, a cada leitura e a cada reescrita. O que faltou ao texto de Brunella talvez tenha sido um releitura antes de entregar o texto, só para garantir o bom fluxo de seus bons argumemtos. Em suma: é um texto acima da média por deixar clara a estrutura e passar a criticidade de um jeito natural, as falhas na concordância não arranham o bom conteúdo, pois ele ainda está bem aparente no texto todo. Brunella vamos ao próximo!!!

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